Este blog tem como objetivo trazer informações sobre a neuropsicologia e reabilitação cognitiva. Este espaço destina-se a troca de idéias e esclarecimentos entre pais, educadores,cuidadores e profissionais sobre o funcionamento cerebral normal e patológico. Sejam todos bem vindos!
sábado, 16 de junho de 2012
VACINA CONTRA ALZHEIMER
VACINA CONTRA ALZHEIMER É BEM SUCEDIDA EM TESTES CLÍNICOS
Uma vacina que poderá ser usada no tratamento da doença de Alzheimer foi testada com sucesso na Suécia. Segundo estudo do Instituto sueco Karolinska publicado no periódico médico Lancet Neurology, a vacina CAD106 conseguiu fortalecer o sistema imunológico, levando o próprio organismo a destruir as proteínas causadoras da doença.
A doença de Alzheimer é uma demência neurológica complexa. De acordo com Organização Mundial de Saúde (OMS), a demência é a epidemia de saúde que mais cresce nos tempos atuais. A hipótese prevalente sobre suas causas envolve a APP (proteína precursora de amiloide), uma proteína da membrana exterior das células nervosas. Em vez de ser quebrada, essa proteína acaba por formar uma substância danosa chamada beta-amiloide, que se acumula como plaquetas e mata as células do cérebro.
Atualmente, não existe cura para o Alzheimer, e os remédios em uso apenas atenuam os sintomas. Na busca por uma cura, cientistas estão seguindo diversas vias de ataque – entre as quais a vacinação é a maior aposta. O primeiro estudo de vacinação em humanos, feito há quase uma década, demonstrou efeitos adversos em demasia e foi descontinuado. A vacina usada nesse estudo ativava determinadas células brancas do sangue (células-T), que começaram a atacar o próprio tecido cerebral.
Pesquisa - O novo tratamento, no entanto, envolve imunização ativa, usando um tipo de vacina desenvolvida para acionar o sistema de defesa do organismo contra os beta-amiloides. Nesse teste, a vacina foi modificada para afetar somente o beta-amiloide danoso – e não mais o tecido cerebral. Os pesquisadores descobriram, então, que 80% dos pacientes desenvolveram seus próprios anticorpos contra o beta-amiloide, sem sofrer quaisquer efeitos adversos durante os três anos do estudo.
Segundo os cientistas, esses resultados sugerem que a vacina CAD106 pode se tornar um tratamento tolerável para pacientes com Alzheimer nos níveis leve ao moderado. Para atestar a real eficácia da vacina, entretanto, serão necessários que testes maiores, com um número maior de voluntários, sejam realizados.
Fonte: veja.abril.com.br
quinta-feira, 26 de abril de 2012
Exercício diário diminui risco de Alzheimer em idosos, mostra estudo.
A atividade física diária pode reduzir o risco de declínio cognitivo e de ter a doença de Alzheimer mesmo em pessoas com mais de 80 anos de idade, segundo um novo estudo realizado por pesquisadores do Centro Médico Universitário Rush, em Chicago, nos Estados Unidos. O estudo foi publicado nesta quarta-feira (18) na edição online da revista “Neurology”, o jornal da Academia Americana de Neurologia.
“Os resultados do nosso estudo indicam que todas as atividades físicas, incluindo o exercício, bem como outras atividades, como cozinhar, lavar pratos e fazer limpeza estão associados a um risco reduzido de doença de Alzheimer,” afirma o professor da Ciências Neurológicas da Universidade Rush Aron S. Buchman, principal autor do estudo.
“Estes resultados apoiam os esforços para incentivar todos os tipos de atividade física, mesmo em adultos muito velhos que não são capazes de fazer exercícios comuns, mas podem ainda se beneficiar com um estilo de vida mais ativo”, reitera Buchman.
Para medir a quantidade de exercício diária que pode trazer tais benefícios, os pesquisadores pediram a 716 idosos sem demência, com idade média de 82 anos, para usar um dispositivo chamado actigráfico, que monitora a atividade pelo pulso, por dez dias.
Todos os exercícios e momentos foram registrados. Aos participantes também foram dados testes cognitivos para medir a memória e a habilidades de pensamento. E também foram pedidos para relatarem suas atividades físicas e sociais feitas no período.
Durante 3,5 anos de acompanhamento, 71 participantes desenvolveram Alzheimer.
A pesquisa descobriu que as pessoas que não faziam mais do que 10% de atividade física recomendada tinham mais do que o dobro da probabilidade (2,3 vezes) de desenvolver Alzheimer comparado as pessoas que faziam mais exercícios, e tinham quase o triplo (2,8 vezes) de chance de desenvolver a doença do que as pessoas que faziam bastante atividade física.
“Desde que o actigráfico foi anexado ao pulso, atividades como cozinhar, lavar os pratos, jogar cartas e até mesmo mover uma cadeira de rodas com os braços foram consideradas benéficas”, disse Buchman.
“Essas atividades são de baixo custo, facilmente acessíveis e livres de efeitos colaterais, o que indica que fazer atividades pode ser possível em qualquer faixa etária, incluindo pessoas com idade avançada para, possivelmente, evitar a doença de Alzheimer.”
O número de americanos com mais de 65 anos de idade com a doença irá dobrar para 80 milhões até 2030.
Fonte: g1.gobo.com
segunda-feira, 3 de outubro de 2011
Dentro do cérebro: Uma viagem interativa
Site explica o funcionamento do cérebro e como a doença de Alzheimer o afeta.
Fonte: http://www.alz.org/brain_portuguese/
terça-feira, 27 de setembro de 2011
Crianças amamentadas são mais inteligentes
Crianças amamentadas são mais inteligentes
Cientistas identificaram um gene que leva as crianças a terem maior
QI intelectual se são amamentados. O resultado da pesquisa foi divulgado
esta semana e mostra que o desenvolvimento intelectual é influenciado tanto por fatores genéticos como ambientais.
Os pesquisadores estudaram mais de 3000 crianças amamentadas na Inglaterra
e Nova Zelândia e descobriram que o QI das crianças era 6,8 pontos superior, em média, se a criança possuía um versão do gene denominado FADS2.
A diferença se manteve depois que os pesquisadores descartaram a influencia do nível socioeconômico, QI da mãe, o peso e o tempo de gestação como outros fatores de incidência.
Do grupo pesquisado 90% das crianças que foram amamentadas possuía ao menos uma cópia da versão do gene que aumentava o QI.
O gene foi estudado porque produz uma enzima encontrada no leite materno que foi associada a níveis mais altos de QI. A enzima ajuda a converter ácidos graxos em ácidos graxos poliinsaturados, que se acumulam no cérebro humano nos primeiros meses depois
do nascimento.
O profesor de psicologia e ciências do cérebro Terrie Moffitt , da Universidade Duke e o King's College de Londres, e co-autor do estudo divulgado pela Academia Nacional
de Ciências dos Estados Unidos (PNAS) disse ter comprovado que genes e o ambiente funcionam em conjunto, portanto não será suficiente só o leite materno se a criança não for estimulada por toda sua vida.
Mais um grande motivo para você não deixar de amamentar seu filho !.
QI intelectual se são amamentados. O resultado da pesquisa foi divulgado
esta semana e mostra que o desenvolvimento intelectual é influenciado tanto por fatores genéticos como ambientais.
Os pesquisadores estudaram mais de 3000 crianças amamentadas na Inglaterra
e Nova Zelândia e descobriram que o QI das crianças era 6,8 pontos superior, em média, se a criança possuía um versão do gene denominado FADS2.
A diferença se manteve depois que os pesquisadores descartaram a influencia do nível socioeconômico, QI da mãe, o peso e o tempo de gestação como outros fatores de incidência.
Do grupo pesquisado 90% das crianças que foram amamentadas possuía ao menos uma cópia da versão do gene que aumentava o QI.
O gene foi estudado porque produz uma enzima encontrada no leite materno que foi associada a níveis mais altos de QI. A enzima ajuda a converter ácidos graxos em ácidos graxos poliinsaturados, que se acumulam no cérebro humano nos primeiros meses depois
do nascimento.
O profesor de psicologia e ciências do cérebro Terrie Moffitt , da Universidade Duke e o King's College de Londres, e co-autor do estudo divulgado pela Academia Nacional
de Ciências dos Estados Unidos (PNAS) disse ter comprovado que genes e o ambiente funcionam em conjunto, portanto não será suficiente só o leite materno se a criança não for estimulada por toda sua vida.
Mais um grande motivo para você não deixar de amamentar seu filho !.
sábado, 24 de setembro de 2011
Avaliação Neuropsicológica
· É a ciência dedicada a estudar a expressão corporal das disfunções cerebrais (Lezak, 1995).
Método de investigação, relacionando o funcionamento cerebral e as manifestações do comportamento.
O que é o exame neuropsicológico?
· É uma avaliação detalhada das funções mentais tais como: atenção, memória, velocidade de processamento, funções executivas - flexibilidade mental, habilidades visuoespaciais e visuoconstrutivas, habilidades sociais (crítica e julgamento), processamento de informações verbais ( linguagem), eficiência intelectual (abstração) entre outras.
São utilizados testes específicos, escalas, questionários e entrevistas. Os resultados desta avaliação permitem aos profissionais envolvidos (médicos, psicólogos, fonoaudiólogos, fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais, nutricionistas) um esclarecimento dos sintomas apresentados.
Algumas Contribuições da Avaliação neuropsicológica:
· Auxiliar no diagnóstico diferencial;
· Estabelecer a presença ou não de disfunção cognitiva e o nível de funcionamento ao nível ocupacional;
· Localizar alterações, a fim de detectar as disfunções ainda em estágios iniciais;
· Esclarecimento e instruções sobre a doença, paciente/familiares e cuidadores;
· Planejamento do tratamento;
· Elaborar um programa de reabilitação;
· Acompanhamento da evolução do quadro em relação aos tratamento medicamentoso, cirúrgico e reabilitação;
· Laudos para fins legais (perícia, afastamento do trabalho, dentre outros).
Recomenda- se a Avaliação neuropsicológica:
· Envelhecimento normal e patológico
· Suspeita de comprometimento da função mental ou comportamental de origem neurológica ( epilepsia, doenças desmielinizantes);
· Lesões adquiridas (Traumatismo Cranioencefálico, Acidente Vascular Cerebral (AVC), etc;
· Demências (Doença de Alzheimer; Doença de Parkinson, Demência Vascular, Demência Fronto-temporal, etc);
· Suspeita de Comprometimento após doenças infecciosas;
· Transtornos do humor ( Depressão e transtorno bipolar), Transtorno de ansiedade e psicose;
· Suspeita de Comprometimento após uso de álcool e drogas;
· Transtornos alimentares;
· Transtorno de aprendizagem, dislexia, déficit de atenção e hiperatividade (TDAH);
· Entre outros.
“A AVALIAÇÃO NEUROPSICOLÓGICA, CONTRIBUIRÁ ATRAVÉS DAS INFORMAÇÕES OBTIDAS NA MELHORIA DA QUALIDADE DE VIDA DO PACIENTE, FAMILIARES E/OU CUIDADORES”.
Assinar:
Postagens (Atom)


